domingo, 8 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
É Retomado o Julgamento Para Liberação de Pesquisa de Células-Tronco
Vale a pena ler a matéria..
A liberação de pesquisas com células tronco no brasil renascem as esperanças de pessoas portadoras de deficiência fisica bem de outros que possuem doenças degenerativas,todos sabem que são apenas pesquisas e dependemos do sucesso dessas pesquisas.
E essas pesquisas podem dar resultados positivos ou não,vamos torcer pelo sucesso das pesquisas,e torcer para que não apareça mais nenhum empesilho que venha a imperralas.
Desejo boa sorte a todos
ABRAÇOS
Flavia Garcia Reis e Sandra Malafaia - 27/05/2008 14:18
Redação Online da SBD
• Cobertura atualizada às 19h30 do dia 29 de maio.
Aprovadas as Pesquisas com Células-Tronco
O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, no Brasil. A votação, iniciada, e paralisada, em 5 de março e retomada em 28 de maio, durou ao todo três dias. Com seis votos a favor e cinco contra, o STF decidiu que a Lei da Biossegurança deverá continuar valendo sem qualquer novo artigo.
O ministro Celso de Mello, o mais antigo no STF atualmente, afirmou que “o tribunal confirmou a inteira validade do artigo 5º da Lei de Biossegurança e liberou as pesquisas, observados os limites estabelecidos pelo próprio artigo”.
Lei de Biossegurança: 11.105, de 24/03/2005:
Art. 5º É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições:
I - sejam embriões inviáveis; ou
II - sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data da publicação desta Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento.
§ 1º Em qualquer caso, é necessário o consentimento dos genitores.
§ 2º Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humanas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa.
§ 3º É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo e sua prática implica no crime tipificado no art. 15 da Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.
• Cobertura atualizada às 18h30 do dia 29 de maio.
Retomado o julgamento da liberação da Lei da Biossegurança. O ministro Gilmar Mendes, começou a falar por volta das 17h40. Seu voto ainda está indefinido.
Do lado de fora, pacientes e grupos a favor já comemoram.
• Cobertura atualizada às 17h30 do dia 29 de maio.
Falta apenas um ministro, o Sr. Gilmar Mendes, expor as suas considerações a respeito da Lei de Biossegurança.
Até o momento, os sete ministros que se mostraram a favor das pesquisas são: Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Cezar Peluso, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o mais antigo integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os três parlamentares que se mostraram contra a liberação dos estudos no Brasil são: Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski e Eros Grau.
• Cobertura atualizada às 17h do dia 29 de maio.
Os ministros estão fazendo uma pausa após o voto de Celso de Mello. Até o momento 10 ministros fizeram as suas considerações, sendo 7 a favor e 3 contra a liberação das pesquisas com as células-tronco humanas no Brasil.
O parlamentar Celso de Mello, a favor das pesquisas, lembrou que os embriões a serem utilizados nestas pesquisas continuariam sendo descartados, como acontece. Assim, a liberação destes experimentos é uma forma de torná-los útil. Ele defende o interesse público, o bem-estar dos pacientes e a liberdade da pesquisa. Durante sua fala, o ministro Celso apresentou uma revisão das pesquisas realizadas, até o momento, com as células-tronco adultas e embrionárias. Sua declaração lembrou, ainda, a história das relações entre religião e Estado no Brasil.
• Cobertura atualizada às 16h do dia 29 de maio.
Os 11 ministros que estão reunidos no Supremo Tribunal Federal (STF) podem mudar de opinião após ouvirem as declarações dos seguintes. De acordo com o jornalista Reinaldo José Lopes, que está acompanhando o julgamento do local, até que todos exponham as suas idéias, os votos de cada um podem ser alterados.
• Cobertura atualizada às 14h30 do dia 29 de maio.
Mais uma vez foi retomado o julgamento para decidir se a Lei de Biosegurança - que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias humanas - é inconstitucional, ou não.
Abrindo a sessão, o ministro Cezar Peluso afirmou que seu voto não continha nenhuma ressalva: ele é favorável à pesquisa com células-tronco.
O ministro Marco Aurélio Mello disse que os embriões congelados seriam destruídos de qualquer forma, já que o casal que realizou a fertilização in vitro já teve os filhos que deseja. Sendo assim, "a questão é se vão ser destruídos fazendo bem a alguém ou não", afirmou.
Marco Aurélio declarou improcedente a ação. O ministro Celso de Mello toma a palavra.
• Cobertura atualizada às 8h30 do dia 29 de maio.
Suspenso no início da noite do dia 28 de maio, o julgamento sobre o futuro das pesquisas com células-tronco terá continuação às 14h de hoje.
Os ministros Joaquim Barbosa, Carmen Lúcia, Ellen Gracie e Carlos Ayres Britto votaram a favor dos estudos. Outros quatro fizeram restrições ao desenvolvimento das técnicas com manipulação de embriões, mas não inviabilizaram a realização de pesquisas.
• Cobertura atualizada até às 18h20 do dia 28 de maio.
Começou às 8h30 do dia 28 de maio a retomada do julgamento para a liberação de pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil. O ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que pediu vistas do processo, tomou a palavra, citando os filósofos alemães Schopenhauer e Kant.
Direito criticou a visão meramente física da existência humana, que estaria por trás de certas definições do início da vida e criticou a visão do conhecimento científico como panacéia. "Cada descoberta científica é o resultado de um longo processo de amadurecimento, que muitas vezes submete o homem a sacrifícios inúteis, desrespeitando o valor da vida. Os cientistas não têm qualquer autoridade especial para fazer julgamentos éticos ou políticos", disse o ministro.
Ressaltando ser o tema bastante complexo, o ministro Carlos Ayres Britto (o relator) afirmou que o assunto é permeado de filosofia, religiosidade, direito, bioética e medicina.
Direito deixou bem clara a sua posição diante do julgamento, quando declarou: "se pelo bem praticamos o mal, se para salvar uma vida tiramos outra, sem salvação ficará o homem".
Ele vetou o descarte de embriões e a destruição deles para obter células-tronco, embora tenha pedido que a expressão "embriões inviáveis" passe a reger a Lei de Biossegurança, considerando como tais os embriões que não mais dividem suas células sozinhas.
Dessa forma, seria possível extrair desses embriões, que ele considera realmente incapazes de dar origem a bebês, as células-tronco embrionárias.
Até às 14h14, haviam dois votos a favor das células-tronco (do ministro Ayres Britto, e da ministra Ellen Gracie) e um parcialmente contrário às pesquisas nos moldes atuais, do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
Ministros Recebem Documentos A Favor das Células-Tronco.
A liberação para a realização de pesquisas com células-tronco humanas tem julgamento previsto para ser retomado nesta quarta-feira, dia 28 de maio. Como informado em matéria publicada em abril, pelo site da SBD, a Lei da Biossegurança tem votos contra e a favor.
Os 11 ministros que voltarão a analisar a questão no Supremo Tribunal Federal (STF) receberam, dia 26 de maio, documentos das ONGs Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero) e Movitae (Movimento em Prol da Vida), para mostrá-los a importância das pesquisas com células embrionárias. Um estudo subsidiado pelo Ministério da Saúde mostra que a pesquisa com o material humano é permitida em 24 países, sendo em 23 sem restrições. Outro ponto a favor destas pesquisas é a liberdade acadêmica existente no Brasil, garantindo a liberdade de ensino e experimento a professores e pesquisadores.
Para o grupo contra estas pesquisas, formado por representantes da Igreja Católica e alguns pesquisadores, a utilização das células-tronco é como se interrompesse o desenvolvimento de um ciclo vital, acabando com uma possível vida. Para eles, as críticas são com base em movimentos em defesa da família e contrários ao aborto.
A liberação de pesquisas com células tronco no brasil renascem as esperanças de pessoas portadoras de deficiência fisica bem de outros que possuem doenças degenerativas,todos sabem que são apenas pesquisas e dependemos do sucesso dessas pesquisas.
E essas pesquisas podem dar resultados positivos ou não,vamos torcer pelo sucesso das pesquisas,e torcer para que não apareça mais nenhum empesilho que venha a imperralas.
Desejo boa sorte a todos
ABRAÇOS
Flavia Garcia Reis e Sandra Malafaia - 27/05/2008 14:18
Redação Online da SBD
• Cobertura atualizada às 19h30 do dia 29 de maio.
Aprovadas as Pesquisas com Células-Tronco
O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, no Brasil. A votação, iniciada, e paralisada, em 5 de março e retomada em 28 de maio, durou ao todo três dias. Com seis votos a favor e cinco contra, o STF decidiu que a Lei da Biossegurança deverá continuar valendo sem qualquer novo artigo.
O ministro Celso de Mello, o mais antigo no STF atualmente, afirmou que “o tribunal confirmou a inteira validade do artigo 5º da Lei de Biossegurança e liberou as pesquisas, observados os limites estabelecidos pelo próprio artigo”.
Lei de Biossegurança: 11.105, de 24/03/2005:
Art. 5º É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições:
I - sejam embriões inviáveis; ou
II - sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data da publicação desta Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento.
§ 1º Em qualquer caso, é necessário o consentimento dos genitores.
§ 2º Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humanas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa.
§ 3º É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo e sua prática implica no crime tipificado no art. 15 da Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.
• Cobertura atualizada às 18h30 do dia 29 de maio.
Retomado o julgamento da liberação da Lei da Biossegurança. O ministro Gilmar Mendes, começou a falar por volta das 17h40. Seu voto ainda está indefinido.
Do lado de fora, pacientes e grupos a favor já comemoram.
• Cobertura atualizada às 17h30 do dia 29 de maio.
Falta apenas um ministro, o Sr. Gilmar Mendes, expor as suas considerações a respeito da Lei de Biossegurança.
Até o momento, os sete ministros que se mostraram a favor das pesquisas são: Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Cezar Peluso, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o mais antigo integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os três parlamentares que se mostraram contra a liberação dos estudos no Brasil são: Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski e Eros Grau.
• Cobertura atualizada às 17h do dia 29 de maio.
Os ministros estão fazendo uma pausa após o voto de Celso de Mello. Até o momento 10 ministros fizeram as suas considerações, sendo 7 a favor e 3 contra a liberação das pesquisas com as células-tronco humanas no Brasil.
O parlamentar Celso de Mello, a favor das pesquisas, lembrou que os embriões a serem utilizados nestas pesquisas continuariam sendo descartados, como acontece. Assim, a liberação destes experimentos é uma forma de torná-los útil. Ele defende o interesse público, o bem-estar dos pacientes e a liberdade da pesquisa. Durante sua fala, o ministro Celso apresentou uma revisão das pesquisas realizadas, até o momento, com as células-tronco adultas e embrionárias. Sua declaração lembrou, ainda, a história das relações entre religião e Estado no Brasil.
• Cobertura atualizada às 16h do dia 29 de maio.
Os 11 ministros que estão reunidos no Supremo Tribunal Federal (STF) podem mudar de opinião após ouvirem as declarações dos seguintes. De acordo com o jornalista Reinaldo José Lopes, que está acompanhando o julgamento do local, até que todos exponham as suas idéias, os votos de cada um podem ser alterados.
• Cobertura atualizada às 14h30 do dia 29 de maio.
Mais uma vez foi retomado o julgamento para decidir se a Lei de Biosegurança - que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias humanas - é inconstitucional, ou não.
Abrindo a sessão, o ministro Cezar Peluso afirmou que seu voto não continha nenhuma ressalva: ele é favorável à pesquisa com células-tronco.
O ministro Marco Aurélio Mello disse que os embriões congelados seriam destruídos de qualquer forma, já que o casal que realizou a fertilização in vitro já teve os filhos que deseja. Sendo assim, "a questão é se vão ser destruídos fazendo bem a alguém ou não", afirmou.
Marco Aurélio declarou improcedente a ação. O ministro Celso de Mello toma a palavra.
• Cobertura atualizada às 8h30 do dia 29 de maio.
Suspenso no início da noite do dia 28 de maio, o julgamento sobre o futuro das pesquisas com células-tronco terá continuação às 14h de hoje.
Os ministros Joaquim Barbosa, Carmen Lúcia, Ellen Gracie e Carlos Ayres Britto votaram a favor dos estudos. Outros quatro fizeram restrições ao desenvolvimento das técnicas com manipulação de embriões, mas não inviabilizaram a realização de pesquisas.
• Cobertura atualizada até às 18h20 do dia 28 de maio.
Começou às 8h30 do dia 28 de maio a retomada do julgamento para a liberação de pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil. O ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que pediu vistas do processo, tomou a palavra, citando os filósofos alemães Schopenhauer e Kant.
Direito criticou a visão meramente física da existência humana, que estaria por trás de certas definições do início da vida e criticou a visão do conhecimento científico como panacéia. "Cada descoberta científica é o resultado de um longo processo de amadurecimento, que muitas vezes submete o homem a sacrifícios inúteis, desrespeitando o valor da vida. Os cientistas não têm qualquer autoridade especial para fazer julgamentos éticos ou políticos", disse o ministro.
Ressaltando ser o tema bastante complexo, o ministro Carlos Ayres Britto (o relator) afirmou que o assunto é permeado de filosofia, religiosidade, direito, bioética e medicina.
Direito deixou bem clara a sua posição diante do julgamento, quando declarou: "se pelo bem praticamos o mal, se para salvar uma vida tiramos outra, sem salvação ficará o homem".
Ele vetou o descarte de embriões e a destruição deles para obter células-tronco, embora tenha pedido que a expressão "embriões inviáveis" passe a reger a Lei de Biossegurança, considerando como tais os embriões que não mais dividem suas células sozinhas.
Dessa forma, seria possível extrair desses embriões, que ele considera realmente incapazes de dar origem a bebês, as células-tronco embrionárias.
Até às 14h14, haviam dois votos a favor das células-tronco (do ministro Ayres Britto, e da ministra Ellen Gracie) e um parcialmente contrário às pesquisas nos moldes atuais, do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
Ministros Recebem Documentos A Favor das Células-Tronco.
A liberação para a realização de pesquisas com células-tronco humanas tem julgamento previsto para ser retomado nesta quarta-feira, dia 28 de maio. Como informado em matéria publicada em abril, pelo site da SBD, a Lei da Biossegurança tem votos contra e a favor.
Os 11 ministros que voltarão a analisar a questão no Supremo Tribunal Federal (STF) receberam, dia 26 de maio, documentos das ONGs Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero) e Movitae (Movimento em Prol da Vida), para mostrá-los a importância das pesquisas com células embrionárias. Um estudo subsidiado pelo Ministério da Saúde mostra que a pesquisa com o material humano é permitida em 24 países, sendo em 23 sem restrições. Outro ponto a favor destas pesquisas é a liberdade acadêmica existente no Brasil, garantindo a liberdade de ensino e experimento a professores e pesquisadores.
Para o grupo contra estas pesquisas, formado por representantes da Igreja Católica e alguns pesquisadores, a utilização das células-tronco é como se interrompesse o desenvolvimento de um ciclo vital, acabando com uma possível vida. Para eles, as críticas são com base em movimentos em defesa da família e contrários ao aborto.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Anvisa proíbe uso de formol na composição dos saneantes
Gente leia a matéria, pois o formol foi classificado como causador de câncer..
eu achei muito interessante, vale a pena se informar sobre essa noticia.

O Formaldeído, popularmente conhecido como formol, não poderá mais ser utilizado na composição dos saneantes (produtos usados na limpeza e na conservação de ambientes, como detergentes, desinfetantes e alvejantes, por exemplo). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (4), a RDC nº 35, que dispõe sobre os conservantes permitidos para esses produtos.
A resolução traz uma lista com mais de 30 substâncias conservantes e as concentrações máximas que serão permitidas na formulação de saneantes. De acordo com a Gerente-Geral de Saneantes da Anvisa, Tânia Pich, todos os setores ganham com a substituição do formol. “Essas substâncias são mais eficazes e sua utilização se dará em menor concentração. Isso vai minimizar os riscos à saúde e melhorar a relação custo-benefício”, afirmou.
O formol foi classificado como carcinogênico (causador de câncer), de acordo com a Monografia nº 88 publicada pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer) em 2006. A concentração máxima da substância, utilizada como conservante, já havia sido limitada a 0,5% em setembro de 2004. Em novembro do mesmo ano, o uso do formol como ativo em saneantes foi proibido, exceto em produtos usados para esterilização de estabelecimentos de assistência à saúde, com o uso de equipamentos específicos.
Os fabricantes terão 360 dias para adequar seus produtos à nova legislação. As empresas que não fizerem as adequações dentro do prazo terão seus registros cancelados automaticamente.
Pastilhas
A Anvisa também publicou uma resolução (RDC 37/2008) que proíbe o uso de pastilhas contendo o formaldeído ou o paraformaldeído nos processos de desinfecção e esterilização de artigos médico-hospitalares.
Esses produtos costumavam ser usados nos equipamentos de esterilização. A medida foi tomada porque existem no mercado opções de esterilização de materiais que oferecem maiores vantagens e um processamento mais seguro.
eu achei muito interessante, vale a pena se informar sobre essa noticia.

O Formaldeído, popularmente conhecido como formol, não poderá mais ser utilizado na composição dos saneantes (produtos usados na limpeza e na conservação de ambientes, como detergentes, desinfetantes e alvejantes, por exemplo). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (4), a RDC nº 35, que dispõe sobre os conservantes permitidos para esses produtos.
A resolução traz uma lista com mais de 30 substâncias conservantes e as concentrações máximas que serão permitidas na formulação de saneantes. De acordo com a Gerente-Geral de Saneantes da Anvisa, Tânia Pich, todos os setores ganham com a substituição do formol. “Essas substâncias são mais eficazes e sua utilização se dará em menor concentração. Isso vai minimizar os riscos à saúde e melhorar a relação custo-benefício”, afirmou.
O formol foi classificado como carcinogênico (causador de câncer), de acordo com a Monografia nº 88 publicada pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer) em 2006. A concentração máxima da substância, utilizada como conservante, já havia sido limitada a 0,5% em setembro de 2004. Em novembro do mesmo ano, o uso do formol como ativo em saneantes foi proibido, exceto em produtos usados para esterilização de estabelecimentos de assistência à saúde, com o uso de equipamentos específicos.
Os fabricantes terão 360 dias para adequar seus produtos à nova legislação. As empresas que não fizerem as adequações dentro do prazo terão seus registros cancelados automaticamente.
Pastilhas
A Anvisa também publicou uma resolução (RDC 37/2008) que proíbe o uso de pastilhas contendo o formaldeído ou o paraformaldeído nos processos de desinfecção e esterilização de artigos médico-hospitalares.
Esses produtos costumavam ser usados nos equipamentos de esterilização. A medida foi tomada porque existem no mercado opções de esterilização de materiais que oferecem maiores vantagens e um processamento mais seguro.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Mal de Chagas: pesquisadores dão passo importante na descoberta de novos medicamentos
Esta reportagem é de suma importancia a nós profissionais da saúde.
Pois, com o desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater três parasitas(Trypanosoma cruzi,T. brucei, responsável pela doença do sono e leishmaniose), tornando assim mais um atartivo para o mercado farmacêutico.
Pesquisadores brasileiros participam de pesquisas internacionais para seqüenciar o DNA de três parasitas que causam doenças na população pobre do planeta. É um passo importante na descoberta de novos medicamentos contra a doença de Chagas. Foram detalhados e comparados o genoma do Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, do T. brucei, responsável pela doença do sono, e da Leishmania major, um dos causadores da leishmaniose.
Participaram da pesquisa cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de São Paulo (USP) e Fundação Oswaldo Cruz. Os pesquisadores descobriram pontos em comum nas moléculas destes parasitas, o que cria a possibilidade da decoberta de um medicamento que atue contra as três doenças concomitantemente. Os estudos estão disponíveis na revisrta Science deste mês.
Cerca de 18 milhões de pessoas estão infectadas pelo Trypanosoma cruzi, causando a morte de 21 mil pessoas por ano, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, não estão disponíveis vacinas ou medicamentos para controlar este mal que causa danos irreparáveis a órgãos vitais, como o coração.
Ainda não se conhece o número exato de cromossomos do DNA deste parasita. Segundo o biólogo José Franco da Silveira, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Unifesp, "o número e o tamanho dos cromossomos pode variar em diferentes cepas do parasita". Estima-se que ele tenha cerca de 12 mil genes (cerca de metade da atual conta para os seres humanos), muitos dos quais parecem conter o "código" para a fabricação de proteínas da mesma família, com algumas pequenas variações. "Essa repetição é muito interessante, embora o que ela significa ainda não esteja muito claro", afirma Carlos Renato Machado, biólogo do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG. Machado trabalhou com Santuza Ribeiro Teixeira, também da UFMG, estudando os genes que o parasita usa para consertar o próprio DNA.Muitos codificam proteínas da superfície das células do parasita, "relacionadas com a virulência e evasão do sistema de defesa do organismo", afirma Silveira. Ou seja, estariam ligadas à capacidade de enganar as células humanas que o T. cruzi precisa invadir para sobreviver.
Outros trechos de DNA muito abundantes poderiam ser chamados de "genes-ladroeira". Daniella Bartholomeu, bióloga mineira que faz pós-doutorado com a equipe de El-Sayed nos EUA, explica: "O parasita, por exemplo, não é capaz de sintetizar ácido siálico. Por isso "rouba" essa molécula do hospedeiro". As substâncias do T. cruzi e do T. brucei conhecidas como trans-sialidases, poderão ser alvos de drogas contra eles, uma vez que estão presentes nos parasitas mas não nos hospedeiros - ou seja, é menos provável que possam causar efeitos colaterais.
O desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater os três parasitas é mais atartivo para o mercado farmacêutico, já que se trata de doenças que geralmente afetam populações mais carentes.
Pois, com o desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater três parasitas(Trypanosoma cruzi,T. brucei, responsável pela doença do sono e leishmaniose), tornando assim mais um atartivo para o mercado farmacêutico.
Pesquisadores brasileiros participam de pesquisas internacionais para seqüenciar o DNA de três parasitas que causam doenças na população pobre do planeta. É um passo importante na descoberta de novos medicamentos contra a doença de Chagas. Foram detalhados e comparados o genoma do Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, do T. brucei, responsável pela doença do sono, e da Leishmania major, um dos causadores da leishmaniose.
Participaram da pesquisa cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de São Paulo (USP) e Fundação Oswaldo Cruz. Os pesquisadores descobriram pontos em comum nas moléculas destes parasitas, o que cria a possibilidade da decoberta de um medicamento que atue contra as três doenças concomitantemente. Os estudos estão disponíveis na revisrta Science deste mês.
Cerca de 18 milhões de pessoas estão infectadas pelo Trypanosoma cruzi, causando a morte de 21 mil pessoas por ano, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, não estão disponíveis vacinas ou medicamentos para controlar este mal que causa danos irreparáveis a órgãos vitais, como o coração.
Ainda não se conhece o número exato de cromossomos do DNA deste parasita. Segundo o biólogo José Franco da Silveira, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Unifesp, "o número e o tamanho dos cromossomos pode variar em diferentes cepas do parasita". Estima-se que ele tenha cerca de 12 mil genes (cerca de metade da atual conta para os seres humanos), muitos dos quais parecem conter o "código" para a fabricação de proteínas da mesma família, com algumas pequenas variações. "Essa repetição é muito interessante, embora o que ela significa ainda não esteja muito claro", afirma Carlos Renato Machado, biólogo do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG. Machado trabalhou com Santuza Ribeiro Teixeira, também da UFMG, estudando os genes que o parasita usa para consertar o próprio DNA.Muitos codificam proteínas da superfície das células do parasita, "relacionadas com a virulência e evasão do sistema de defesa do organismo", afirma Silveira. Ou seja, estariam ligadas à capacidade de enganar as células humanas que o T. cruzi precisa invadir para sobreviver.
Outros trechos de DNA muito abundantes poderiam ser chamados de "genes-ladroeira". Daniella Bartholomeu, bióloga mineira que faz pós-doutorado com a equipe de El-Sayed nos EUA, explica: "O parasita, por exemplo, não é capaz de sintetizar ácido siálico. Por isso "rouba" essa molécula do hospedeiro". As substâncias do T. cruzi e do T. brucei conhecidas como trans-sialidases, poderão ser alvos de drogas contra eles, uma vez que estão presentes nos parasitas mas não nos hospedeiros - ou seja, é menos provável que possam causar efeitos colaterais.
O desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater os três parasitas é mais atartivo para o mercado farmacêutico, já que se trata de doenças que geralmente afetam populações mais carentes.
terça-feira, 13 de maio de 2008
A ciência dos remédios desenvolveu-se apenas a partir do século 19Foi só a partir da metade do século 19, com as pesquisa do fisiologista francês François Magendie, que a farmacologia, a ciência dos remédios, se desenvolveu. Até então, os médicos costumavam receitar coisas estranhas como urina de égua grávida, pó de asa de morcego dissolvido em extrato de mandrágora colhida na lua cheia e por aí afora. Havia doentes que conseguiam sobreviver.
Essa ninguem sabiaaaaaaaa....
Essa ninguem sabiaaaaaaaa....
Golpe no herpes
Vacina e novos medicamentos prometem dar alívio
às lesões causadas pela ação do vírus
Praga: a primeira foto mostra células destruídas pelo agente. Acima, o vírus
Novos medicamentos e uma vacina eficiente prometem fortes golpes na briga contra o vírus do herpes, um dos mais disseminados em todo o mundo e responsável pelo surgimento de lesões nos lábios e nos genitais. Um dos remédios aguarda aprovação do Ministério da Saúde e tem previsão de lançamento no Brasil até o final do ano. A droga é feita com substâncias extraídas da planta Equinacea purpurea e também com um composto anti-séptico. Sua eficácia foi avaliada em uma pesquisa coordenada por Silvio Boraks, chefe do setor de estomatologia e cirurgia bucomaxilar do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, de São Paulo. Cerca de 300 portadores de lesões labiais causadas pelo vírus participaram do estudo. Eles receberam uma aplicação única do medicamento sobre a ferida e depois foram acompanhados durante um ano e meio para verificar se as lesões voltariam. “Na maioria dos casos, as lesões não reapareceram no local tratado”, garante Boraks. Ele acredita que a droga tornou inativo o vírus no ponto em que foi aplicada, mas está realizando investigações para confirmar essa impressão. Além disso, as feridas também desapareceram mais rapidamente.
Outra novidade é a pomada feita com a substância requisimod, lançada há um mês nos Estados Unidos. “Ela melhora a imunidade, impedindo que o vírus se multiplique dentro da célula”, explica o dermatologista Omar Lupi, do Rio de Janeiro. Há mais um produto que tem dado bons resultados no combate ao vírus: ele é feito a partir do docosanol, substância que evita a entrada do agente na célula. Por enquanto, não há previsão de chegada dos dois remédios ao Brasil, mas eles podem ser importados.
Os números da doença
• 90 % dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do vírus do herpes
• Apenas um em cada dez infectados manifesta a doença
• No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial
E parece que a tão esperada vacina, pesquisada há três décadas, está perto de se tornar realidade. Os cientistas do Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, acreditam ter encontrado a fórmula certa, desenvolvida a partir de proteínas do vírus. O medicamento espera aprovação do Food and Drug Administration (agência americana que regulamenta alimentos e remédios) para ser comercializado. O dermatologista Omar Lupi – o único estrangeiro a fazer parte da equipe de cientistas – prevê o lançamento da vacina dentro de seis meses a um ano. “Ela foi avaliada em mais de mil pacientes. É segura e tem poucos efeitos colaterais”, diz. “Esta vacina vai melhorar a imunidade, abreviar as crises e aumentar o intervalo entre elas”, explica. Os cientistas estão investigando porque, nos testes, a vacina tem se mostrado mais eficaz nas mulheres do que nos homens.
São ótimas notícias contra um problema que incomoda muita gente. Cerca de 90% dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do herpes-vírus, embora só um em cada dez infectados manifeste a doença (nos outros, o vírus fica inativo). “No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial”, afirma Omar Lupi. Nas crises, em geral disparadas pela diminuição das defesas do organismo ou exposição ao sol, surgem bolhas pequenas e doloridas nos lábios ou nos genitais. O tratamento combina medicamentos para inibir a multiplicação do vírus dentro da célula e cuidados preventivos, como evitar sol e usar protetores solares.
Vacina e novos medicamentos prometem dar alívio
às lesões causadas pela ação do vírus
Praga: a primeira foto mostra células destruídas pelo agente. Acima, o vírus
Novos medicamentos e uma vacina eficiente prometem fortes golpes na briga contra o vírus do herpes, um dos mais disseminados em todo o mundo e responsável pelo surgimento de lesões nos lábios e nos genitais. Um dos remédios aguarda aprovação do Ministério da Saúde e tem previsão de lançamento no Brasil até o final do ano. A droga é feita com substâncias extraídas da planta Equinacea purpurea e também com um composto anti-séptico. Sua eficácia foi avaliada em uma pesquisa coordenada por Silvio Boraks, chefe do setor de estomatologia e cirurgia bucomaxilar do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, de São Paulo. Cerca de 300 portadores de lesões labiais causadas pelo vírus participaram do estudo. Eles receberam uma aplicação única do medicamento sobre a ferida e depois foram acompanhados durante um ano e meio para verificar se as lesões voltariam. “Na maioria dos casos, as lesões não reapareceram no local tratado”, garante Boraks. Ele acredita que a droga tornou inativo o vírus no ponto em que foi aplicada, mas está realizando investigações para confirmar essa impressão. Além disso, as feridas também desapareceram mais rapidamente.
Outra novidade é a pomada feita com a substância requisimod, lançada há um mês nos Estados Unidos. “Ela melhora a imunidade, impedindo que o vírus se multiplique dentro da célula”, explica o dermatologista Omar Lupi, do Rio de Janeiro. Há mais um produto que tem dado bons resultados no combate ao vírus: ele é feito a partir do docosanol, substância que evita a entrada do agente na célula. Por enquanto, não há previsão de chegada dos dois remédios ao Brasil, mas eles podem ser importados.
Os números da doença
• 90 % dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do vírus do herpes
• Apenas um em cada dez infectados manifesta a doença
• No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial
E parece que a tão esperada vacina, pesquisada há três décadas, está perto de se tornar realidade. Os cientistas do Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, acreditam ter encontrado a fórmula certa, desenvolvida a partir de proteínas do vírus. O medicamento espera aprovação do Food and Drug Administration (agência americana que regulamenta alimentos e remédios) para ser comercializado. O dermatologista Omar Lupi – o único estrangeiro a fazer parte da equipe de cientistas – prevê o lançamento da vacina dentro de seis meses a um ano. “Ela foi avaliada em mais de mil pacientes. É segura e tem poucos efeitos colaterais”, diz. “Esta vacina vai melhorar a imunidade, abreviar as crises e aumentar o intervalo entre elas”, explica. Os cientistas estão investigando porque, nos testes, a vacina tem se mostrado mais eficaz nas mulheres do que nos homens.
São ótimas notícias contra um problema que incomoda muita gente. Cerca de 90% dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do herpes-vírus, embora só um em cada dez infectados manifeste a doença (nos outros, o vírus fica inativo). “No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial”, afirma Omar Lupi. Nas crises, em geral disparadas pela diminuição das defesas do organismo ou exposição ao sol, surgem bolhas pequenas e doloridas nos lábios ou nos genitais. O tratamento combina medicamentos para inibir a multiplicação do vírus dentro da célula e cuidados preventivos, como evitar sol e usar protetores solares.
domingo, 4 de maio de 2008
Primeiros+Socorros
Oii pessoal, estava pesquisando novas reportagens, e vi estas informações de primeiros-socorros, achei muito interessante, resolvi dividi-lá com vocês que visitam com frequencia nosso blog, e outra, é sempre bom estar mais informado e preparado para qualquer situação.
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Beijos e Abraços
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