domingo, 8 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
É Retomado o Julgamento Para Liberação de Pesquisa de Células-Tronco
Vale a pena ler a matéria..
A liberação de pesquisas com células tronco no brasil renascem as esperanças de pessoas portadoras de deficiência fisica bem de outros que possuem doenças degenerativas,todos sabem que são apenas pesquisas e dependemos do sucesso dessas pesquisas.
E essas pesquisas podem dar resultados positivos ou não,vamos torcer pelo sucesso das pesquisas,e torcer para que não apareça mais nenhum empesilho que venha a imperralas.
Desejo boa sorte a todos
ABRAÇOS
Flavia Garcia Reis e Sandra Malafaia - 27/05/2008 14:18
Redação Online da SBD
• Cobertura atualizada às 19h30 do dia 29 de maio.
Aprovadas as Pesquisas com Células-Tronco
O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, no Brasil. A votação, iniciada, e paralisada, em 5 de março e retomada em 28 de maio, durou ao todo três dias. Com seis votos a favor e cinco contra, o STF decidiu que a Lei da Biossegurança deverá continuar valendo sem qualquer novo artigo.
O ministro Celso de Mello, o mais antigo no STF atualmente, afirmou que “o tribunal confirmou a inteira validade do artigo 5º da Lei de Biossegurança e liberou as pesquisas, observados os limites estabelecidos pelo próprio artigo”.
Lei de Biossegurança: 11.105, de 24/03/2005:
Art. 5º É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições:
I - sejam embriões inviáveis; ou
II - sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data da publicação desta Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento.
§ 1º Em qualquer caso, é necessário o consentimento dos genitores.
§ 2º Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humanas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa.
§ 3º É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo e sua prática implica no crime tipificado no art. 15 da Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.
• Cobertura atualizada às 18h30 do dia 29 de maio.
Retomado o julgamento da liberação da Lei da Biossegurança. O ministro Gilmar Mendes, começou a falar por volta das 17h40. Seu voto ainda está indefinido.
Do lado de fora, pacientes e grupos a favor já comemoram.
• Cobertura atualizada às 17h30 do dia 29 de maio.
Falta apenas um ministro, o Sr. Gilmar Mendes, expor as suas considerações a respeito da Lei de Biossegurança.
Até o momento, os sete ministros que se mostraram a favor das pesquisas são: Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Cezar Peluso, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o mais antigo integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os três parlamentares que se mostraram contra a liberação dos estudos no Brasil são: Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski e Eros Grau.
• Cobertura atualizada às 17h do dia 29 de maio.
Os ministros estão fazendo uma pausa após o voto de Celso de Mello. Até o momento 10 ministros fizeram as suas considerações, sendo 7 a favor e 3 contra a liberação das pesquisas com as células-tronco humanas no Brasil.
O parlamentar Celso de Mello, a favor das pesquisas, lembrou que os embriões a serem utilizados nestas pesquisas continuariam sendo descartados, como acontece. Assim, a liberação destes experimentos é uma forma de torná-los útil. Ele defende o interesse público, o bem-estar dos pacientes e a liberdade da pesquisa. Durante sua fala, o ministro Celso apresentou uma revisão das pesquisas realizadas, até o momento, com as células-tronco adultas e embrionárias. Sua declaração lembrou, ainda, a história das relações entre religião e Estado no Brasil.
• Cobertura atualizada às 16h do dia 29 de maio.
Os 11 ministros que estão reunidos no Supremo Tribunal Federal (STF) podem mudar de opinião após ouvirem as declarações dos seguintes. De acordo com o jornalista Reinaldo José Lopes, que está acompanhando o julgamento do local, até que todos exponham as suas idéias, os votos de cada um podem ser alterados.
• Cobertura atualizada às 14h30 do dia 29 de maio.
Mais uma vez foi retomado o julgamento para decidir se a Lei de Biosegurança - que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias humanas - é inconstitucional, ou não.
Abrindo a sessão, o ministro Cezar Peluso afirmou que seu voto não continha nenhuma ressalva: ele é favorável à pesquisa com células-tronco.
O ministro Marco Aurélio Mello disse que os embriões congelados seriam destruídos de qualquer forma, já que o casal que realizou a fertilização in vitro já teve os filhos que deseja. Sendo assim, "a questão é se vão ser destruídos fazendo bem a alguém ou não", afirmou.
Marco Aurélio declarou improcedente a ação. O ministro Celso de Mello toma a palavra.
• Cobertura atualizada às 8h30 do dia 29 de maio.
Suspenso no início da noite do dia 28 de maio, o julgamento sobre o futuro das pesquisas com células-tronco terá continuação às 14h de hoje.
Os ministros Joaquim Barbosa, Carmen Lúcia, Ellen Gracie e Carlos Ayres Britto votaram a favor dos estudos. Outros quatro fizeram restrições ao desenvolvimento das técnicas com manipulação de embriões, mas não inviabilizaram a realização de pesquisas.
• Cobertura atualizada até às 18h20 do dia 28 de maio.
Começou às 8h30 do dia 28 de maio a retomada do julgamento para a liberação de pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil. O ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que pediu vistas do processo, tomou a palavra, citando os filósofos alemães Schopenhauer e Kant.
Direito criticou a visão meramente física da existência humana, que estaria por trás de certas definições do início da vida e criticou a visão do conhecimento científico como panacéia. "Cada descoberta científica é o resultado de um longo processo de amadurecimento, que muitas vezes submete o homem a sacrifícios inúteis, desrespeitando o valor da vida. Os cientistas não têm qualquer autoridade especial para fazer julgamentos éticos ou políticos", disse o ministro.
Ressaltando ser o tema bastante complexo, o ministro Carlos Ayres Britto (o relator) afirmou que o assunto é permeado de filosofia, religiosidade, direito, bioética e medicina.
Direito deixou bem clara a sua posição diante do julgamento, quando declarou: "se pelo bem praticamos o mal, se para salvar uma vida tiramos outra, sem salvação ficará o homem".
Ele vetou o descarte de embriões e a destruição deles para obter células-tronco, embora tenha pedido que a expressão "embriões inviáveis" passe a reger a Lei de Biossegurança, considerando como tais os embriões que não mais dividem suas células sozinhas.
Dessa forma, seria possível extrair desses embriões, que ele considera realmente incapazes de dar origem a bebês, as células-tronco embrionárias.
Até às 14h14, haviam dois votos a favor das células-tronco (do ministro Ayres Britto, e da ministra Ellen Gracie) e um parcialmente contrário às pesquisas nos moldes atuais, do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
Ministros Recebem Documentos A Favor das Células-Tronco.
A liberação para a realização de pesquisas com células-tronco humanas tem julgamento previsto para ser retomado nesta quarta-feira, dia 28 de maio. Como informado em matéria publicada em abril, pelo site da SBD, a Lei da Biossegurança tem votos contra e a favor.
Os 11 ministros que voltarão a analisar a questão no Supremo Tribunal Federal (STF) receberam, dia 26 de maio, documentos das ONGs Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero) e Movitae (Movimento em Prol da Vida), para mostrá-los a importância das pesquisas com células embrionárias. Um estudo subsidiado pelo Ministério da Saúde mostra que a pesquisa com o material humano é permitida em 24 países, sendo em 23 sem restrições. Outro ponto a favor destas pesquisas é a liberdade acadêmica existente no Brasil, garantindo a liberdade de ensino e experimento a professores e pesquisadores.
Para o grupo contra estas pesquisas, formado por representantes da Igreja Católica e alguns pesquisadores, a utilização das células-tronco é como se interrompesse o desenvolvimento de um ciclo vital, acabando com uma possível vida. Para eles, as críticas são com base em movimentos em defesa da família e contrários ao aborto.
A liberação de pesquisas com células tronco no brasil renascem as esperanças de pessoas portadoras de deficiência fisica bem de outros que possuem doenças degenerativas,todos sabem que são apenas pesquisas e dependemos do sucesso dessas pesquisas.
E essas pesquisas podem dar resultados positivos ou não,vamos torcer pelo sucesso das pesquisas,e torcer para que não apareça mais nenhum empesilho que venha a imperralas.
Desejo boa sorte a todos
ABRAÇOS
Flavia Garcia Reis e Sandra Malafaia - 27/05/2008 14:18
Redação Online da SBD
• Cobertura atualizada às 19h30 do dia 29 de maio.
Aprovadas as Pesquisas com Células-Tronco
O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas, no Brasil. A votação, iniciada, e paralisada, em 5 de março e retomada em 28 de maio, durou ao todo três dias. Com seis votos a favor e cinco contra, o STF decidiu que a Lei da Biossegurança deverá continuar valendo sem qualquer novo artigo.
O ministro Celso de Mello, o mais antigo no STF atualmente, afirmou que “o tribunal confirmou a inteira validade do artigo 5º da Lei de Biossegurança e liberou as pesquisas, observados os limites estabelecidos pelo próprio artigo”.
Lei de Biossegurança: 11.105, de 24/03/2005:
Art. 5º É permitida, para fins de pesquisa e terapia, a utilização de células-tronco embrionárias obtidas de embriões humanos produzidos por fertilização in vitro e não utilizados no respectivo procedimento, atendidas as seguintes condições:
I - sejam embriões inviáveis; ou
II - sejam embriões congelados há 3 (três) anos ou mais, na data da publicação desta Lei, ou que, já congelados na data da publicação desta Lei, depois de completarem 3 (três) anos, contados a partir da data de congelamento.
§ 1º Em qualquer caso, é necessário o consentimento dos genitores.
§ 2º Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa ou terapia com células-tronco embrionárias humanas deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa.
§ 3º É vedada a comercialização do material biológico a que se refere este artigo e sua prática implica no crime tipificado no art. 15 da Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997.
• Cobertura atualizada às 18h30 do dia 29 de maio.
Retomado o julgamento da liberação da Lei da Biossegurança. O ministro Gilmar Mendes, começou a falar por volta das 17h40. Seu voto ainda está indefinido.
Do lado de fora, pacientes e grupos a favor já comemoram.
• Cobertura atualizada às 17h30 do dia 29 de maio.
Falta apenas um ministro, o Sr. Gilmar Mendes, expor as suas considerações a respeito da Lei de Biossegurança.
Até o momento, os sete ministros que se mostraram a favor das pesquisas são: Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Cármen Lúcia, Joaquim Barbosa, Cezar Peluso, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, o mais antigo integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os três parlamentares que se mostraram contra a liberação dos estudos no Brasil são: Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski e Eros Grau.
• Cobertura atualizada às 17h do dia 29 de maio.
Os ministros estão fazendo uma pausa após o voto de Celso de Mello. Até o momento 10 ministros fizeram as suas considerações, sendo 7 a favor e 3 contra a liberação das pesquisas com as células-tronco humanas no Brasil.
O parlamentar Celso de Mello, a favor das pesquisas, lembrou que os embriões a serem utilizados nestas pesquisas continuariam sendo descartados, como acontece. Assim, a liberação destes experimentos é uma forma de torná-los útil. Ele defende o interesse público, o bem-estar dos pacientes e a liberdade da pesquisa. Durante sua fala, o ministro Celso apresentou uma revisão das pesquisas realizadas, até o momento, com as células-tronco adultas e embrionárias. Sua declaração lembrou, ainda, a história das relações entre religião e Estado no Brasil.
• Cobertura atualizada às 16h do dia 29 de maio.
Os 11 ministros que estão reunidos no Supremo Tribunal Federal (STF) podem mudar de opinião após ouvirem as declarações dos seguintes. De acordo com o jornalista Reinaldo José Lopes, que está acompanhando o julgamento do local, até que todos exponham as suas idéias, os votos de cada um podem ser alterados.
• Cobertura atualizada às 14h30 do dia 29 de maio.
Mais uma vez foi retomado o julgamento para decidir se a Lei de Biosegurança - que permite as pesquisas com células-tronco embrionárias humanas - é inconstitucional, ou não.
Abrindo a sessão, o ministro Cezar Peluso afirmou que seu voto não continha nenhuma ressalva: ele é favorável à pesquisa com células-tronco.
O ministro Marco Aurélio Mello disse que os embriões congelados seriam destruídos de qualquer forma, já que o casal que realizou a fertilização in vitro já teve os filhos que deseja. Sendo assim, "a questão é se vão ser destruídos fazendo bem a alguém ou não", afirmou.
Marco Aurélio declarou improcedente a ação. O ministro Celso de Mello toma a palavra.
• Cobertura atualizada às 8h30 do dia 29 de maio.
Suspenso no início da noite do dia 28 de maio, o julgamento sobre o futuro das pesquisas com células-tronco terá continuação às 14h de hoje.
Os ministros Joaquim Barbosa, Carmen Lúcia, Ellen Gracie e Carlos Ayres Britto votaram a favor dos estudos. Outros quatro fizeram restrições ao desenvolvimento das técnicas com manipulação de embriões, mas não inviabilizaram a realização de pesquisas.
• Cobertura atualizada até às 18h20 do dia 28 de maio.
Começou às 8h30 do dia 28 de maio a retomada do julgamento para a liberação de pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil. O ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que pediu vistas do processo, tomou a palavra, citando os filósofos alemães Schopenhauer e Kant.
Direito criticou a visão meramente física da existência humana, que estaria por trás de certas definições do início da vida e criticou a visão do conhecimento científico como panacéia. "Cada descoberta científica é o resultado de um longo processo de amadurecimento, que muitas vezes submete o homem a sacrifícios inúteis, desrespeitando o valor da vida. Os cientistas não têm qualquer autoridade especial para fazer julgamentos éticos ou políticos", disse o ministro.
Ressaltando ser o tema bastante complexo, o ministro Carlos Ayres Britto (o relator) afirmou que o assunto é permeado de filosofia, religiosidade, direito, bioética e medicina.
Direito deixou bem clara a sua posição diante do julgamento, quando declarou: "se pelo bem praticamos o mal, se para salvar uma vida tiramos outra, sem salvação ficará o homem".
Ele vetou o descarte de embriões e a destruição deles para obter células-tronco, embora tenha pedido que a expressão "embriões inviáveis" passe a reger a Lei de Biossegurança, considerando como tais os embriões que não mais dividem suas células sozinhas.
Dessa forma, seria possível extrair desses embriões, que ele considera realmente incapazes de dar origem a bebês, as células-tronco embrionárias.
Até às 14h14, haviam dois votos a favor das células-tronco (do ministro Ayres Britto, e da ministra Ellen Gracie) e um parcialmente contrário às pesquisas nos moldes atuais, do ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
Ministros Recebem Documentos A Favor das Células-Tronco.
A liberação para a realização de pesquisas com células-tronco humanas tem julgamento previsto para ser retomado nesta quarta-feira, dia 28 de maio. Como informado em matéria publicada em abril, pelo site da SBD, a Lei da Biossegurança tem votos contra e a favor.
Os 11 ministros que voltarão a analisar a questão no Supremo Tribunal Federal (STF) receberam, dia 26 de maio, documentos das ONGs Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero) e Movitae (Movimento em Prol da Vida), para mostrá-los a importância das pesquisas com células embrionárias. Um estudo subsidiado pelo Ministério da Saúde mostra que a pesquisa com o material humano é permitida em 24 países, sendo em 23 sem restrições. Outro ponto a favor destas pesquisas é a liberdade acadêmica existente no Brasil, garantindo a liberdade de ensino e experimento a professores e pesquisadores.
Para o grupo contra estas pesquisas, formado por representantes da Igreja Católica e alguns pesquisadores, a utilização das células-tronco é como se interrompesse o desenvolvimento de um ciclo vital, acabando com uma possível vida. Para eles, as críticas são com base em movimentos em defesa da família e contrários ao aborto.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Anvisa proíbe uso de formol na composição dos saneantes
Gente leia a matéria, pois o formol foi classificado como causador de câncer..
eu achei muito interessante, vale a pena se informar sobre essa noticia.

O Formaldeído, popularmente conhecido como formol, não poderá mais ser utilizado na composição dos saneantes (produtos usados na limpeza e na conservação de ambientes, como detergentes, desinfetantes e alvejantes, por exemplo). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (4), a RDC nº 35, que dispõe sobre os conservantes permitidos para esses produtos.
A resolução traz uma lista com mais de 30 substâncias conservantes e as concentrações máximas que serão permitidas na formulação de saneantes. De acordo com a Gerente-Geral de Saneantes da Anvisa, Tânia Pich, todos os setores ganham com a substituição do formol. “Essas substâncias são mais eficazes e sua utilização se dará em menor concentração. Isso vai minimizar os riscos à saúde e melhorar a relação custo-benefício”, afirmou.
O formol foi classificado como carcinogênico (causador de câncer), de acordo com a Monografia nº 88 publicada pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer) em 2006. A concentração máxima da substância, utilizada como conservante, já havia sido limitada a 0,5% em setembro de 2004. Em novembro do mesmo ano, o uso do formol como ativo em saneantes foi proibido, exceto em produtos usados para esterilização de estabelecimentos de assistência à saúde, com o uso de equipamentos específicos.
Os fabricantes terão 360 dias para adequar seus produtos à nova legislação. As empresas que não fizerem as adequações dentro do prazo terão seus registros cancelados automaticamente.
Pastilhas
A Anvisa também publicou uma resolução (RDC 37/2008) que proíbe o uso de pastilhas contendo o formaldeído ou o paraformaldeído nos processos de desinfecção e esterilização de artigos médico-hospitalares.
Esses produtos costumavam ser usados nos equipamentos de esterilização. A medida foi tomada porque existem no mercado opções de esterilização de materiais que oferecem maiores vantagens e um processamento mais seguro.
eu achei muito interessante, vale a pena se informar sobre essa noticia.

O Formaldeído, popularmente conhecido como formol, não poderá mais ser utilizado na composição dos saneantes (produtos usados na limpeza e na conservação de ambientes, como detergentes, desinfetantes e alvejantes, por exemplo). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (4), a RDC nº 35, que dispõe sobre os conservantes permitidos para esses produtos.
A resolução traz uma lista com mais de 30 substâncias conservantes e as concentrações máximas que serão permitidas na formulação de saneantes. De acordo com a Gerente-Geral de Saneantes da Anvisa, Tânia Pich, todos os setores ganham com a substituição do formol. “Essas substâncias são mais eficazes e sua utilização se dará em menor concentração. Isso vai minimizar os riscos à saúde e melhorar a relação custo-benefício”, afirmou.
O formol foi classificado como carcinogênico (causador de câncer), de acordo com a Monografia nº 88 publicada pela IARC (Agência Internacional de Pesquisa do Câncer) em 2006. A concentração máxima da substância, utilizada como conservante, já havia sido limitada a 0,5% em setembro de 2004. Em novembro do mesmo ano, o uso do formol como ativo em saneantes foi proibido, exceto em produtos usados para esterilização de estabelecimentos de assistência à saúde, com o uso de equipamentos específicos.
Os fabricantes terão 360 dias para adequar seus produtos à nova legislação. As empresas que não fizerem as adequações dentro do prazo terão seus registros cancelados automaticamente.
Pastilhas
A Anvisa também publicou uma resolução (RDC 37/2008) que proíbe o uso de pastilhas contendo o formaldeído ou o paraformaldeído nos processos de desinfecção e esterilização de artigos médico-hospitalares.
Esses produtos costumavam ser usados nos equipamentos de esterilização. A medida foi tomada porque existem no mercado opções de esterilização de materiais que oferecem maiores vantagens e um processamento mais seguro.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Mal de Chagas: pesquisadores dão passo importante na descoberta de novos medicamentos
Esta reportagem é de suma importancia a nós profissionais da saúde.
Pois, com o desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater três parasitas(Trypanosoma cruzi,T. brucei, responsável pela doença do sono e leishmaniose), tornando assim mais um atartivo para o mercado farmacêutico.
Pesquisadores brasileiros participam de pesquisas internacionais para seqüenciar o DNA de três parasitas que causam doenças na população pobre do planeta. É um passo importante na descoberta de novos medicamentos contra a doença de Chagas. Foram detalhados e comparados o genoma do Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, do T. brucei, responsável pela doença do sono, e da Leishmania major, um dos causadores da leishmaniose.
Participaram da pesquisa cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de São Paulo (USP) e Fundação Oswaldo Cruz. Os pesquisadores descobriram pontos em comum nas moléculas destes parasitas, o que cria a possibilidade da decoberta de um medicamento que atue contra as três doenças concomitantemente. Os estudos estão disponíveis na revisrta Science deste mês.
Cerca de 18 milhões de pessoas estão infectadas pelo Trypanosoma cruzi, causando a morte de 21 mil pessoas por ano, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, não estão disponíveis vacinas ou medicamentos para controlar este mal que causa danos irreparáveis a órgãos vitais, como o coração.
Ainda não se conhece o número exato de cromossomos do DNA deste parasita. Segundo o biólogo José Franco da Silveira, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Unifesp, "o número e o tamanho dos cromossomos pode variar em diferentes cepas do parasita". Estima-se que ele tenha cerca de 12 mil genes (cerca de metade da atual conta para os seres humanos), muitos dos quais parecem conter o "código" para a fabricação de proteínas da mesma família, com algumas pequenas variações. "Essa repetição é muito interessante, embora o que ela significa ainda não esteja muito claro", afirma Carlos Renato Machado, biólogo do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG. Machado trabalhou com Santuza Ribeiro Teixeira, também da UFMG, estudando os genes que o parasita usa para consertar o próprio DNA.Muitos codificam proteínas da superfície das células do parasita, "relacionadas com a virulência e evasão do sistema de defesa do organismo", afirma Silveira. Ou seja, estariam ligadas à capacidade de enganar as células humanas que o T. cruzi precisa invadir para sobreviver.
Outros trechos de DNA muito abundantes poderiam ser chamados de "genes-ladroeira". Daniella Bartholomeu, bióloga mineira que faz pós-doutorado com a equipe de El-Sayed nos EUA, explica: "O parasita, por exemplo, não é capaz de sintetizar ácido siálico. Por isso "rouba" essa molécula do hospedeiro". As substâncias do T. cruzi e do T. brucei conhecidas como trans-sialidases, poderão ser alvos de drogas contra eles, uma vez que estão presentes nos parasitas mas não nos hospedeiros - ou seja, é menos provável que possam causar efeitos colaterais.
O desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater os três parasitas é mais atartivo para o mercado farmacêutico, já que se trata de doenças que geralmente afetam populações mais carentes.
Pois, com o desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater três parasitas(Trypanosoma cruzi,T. brucei, responsável pela doença do sono e leishmaniose), tornando assim mais um atartivo para o mercado farmacêutico.
Pesquisadores brasileiros participam de pesquisas internacionais para seqüenciar o DNA de três parasitas que causam doenças na população pobre do planeta. É um passo importante na descoberta de novos medicamentos contra a doença de Chagas. Foram detalhados e comparados o genoma do Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, do T. brucei, responsável pela doença do sono, e da Leishmania major, um dos causadores da leishmaniose.
Participaram da pesquisa cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de São Paulo (USP) e Fundação Oswaldo Cruz. Os pesquisadores descobriram pontos em comum nas moléculas destes parasitas, o que cria a possibilidade da decoberta de um medicamento que atue contra as três doenças concomitantemente. Os estudos estão disponíveis na revisrta Science deste mês.
Cerca de 18 milhões de pessoas estão infectadas pelo Trypanosoma cruzi, causando a morte de 21 mil pessoas por ano, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, não estão disponíveis vacinas ou medicamentos para controlar este mal que causa danos irreparáveis a órgãos vitais, como o coração.
Ainda não se conhece o número exato de cromossomos do DNA deste parasita. Segundo o biólogo José Franco da Silveira, do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da Unifesp, "o número e o tamanho dos cromossomos pode variar em diferentes cepas do parasita". Estima-se que ele tenha cerca de 12 mil genes (cerca de metade da atual conta para os seres humanos), muitos dos quais parecem conter o "código" para a fabricação de proteínas da mesma família, com algumas pequenas variações. "Essa repetição é muito interessante, embora o que ela significa ainda não esteja muito claro", afirma Carlos Renato Machado, biólogo do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG. Machado trabalhou com Santuza Ribeiro Teixeira, também da UFMG, estudando os genes que o parasita usa para consertar o próprio DNA.Muitos codificam proteínas da superfície das células do parasita, "relacionadas com a virulência e evasão do sistema de defesa do organismo", afirma Silveira. Ou seja, estariam ligadas à capacidade de enganar as células humanas que o T. cruzi precisa invadir para sobreviver.
Outros trechos de DNA muito abundantes poderiam ser chamados de "genes-ladroeira". Daniella Bartholomeu, bióloga mineira que faz pós-doutorado com a equipe de El-Sayed nos EUA, explica: "O parasita, por exemplo, não é capaz de sintetizar ácido siálico. Por isso "rouba" essa molécula do hospedeiro". As substâncias do T. cruzi e do T. brucei conhecidas como trans-sialidases, poderão ser alvos de drogas contra eles, uma vez que estão presentes nos parasitas mas não nos hospedeiros - ou seja, é menos provável que possam causar efeitos colaterais.
O desenvolvimento de um medicamento único capaz de combater os três parasitas é mais atartivo para o mercado farmacêutico, já que se trata de doenças que geralmente afetam populações mais carentes.
terça-feira, 13 de maio de 2008
A ciência dos remédios desenvolveu-se apenas a partir do século 19Foi só a partir da metade do século 19, com as pesquisa do fisiologista francês François Magendie, que a farmacologia, a ciência dos remédios, se desenvolveu. Até então, os médicos costumavam receitar coisas estranhas como urina de égua grávida, pó de asa de morcego dissolvido em extrato de mandrágora colhida na lua cheia e por aí afora. Havia doentes que conseguiam sobreviver.
Essa ninguem sabiaaaaaaaa....
Essa ninguem sabiaaaaaaaa....
Golpe no herpes
Vacina e novos medicamentos prometem dar alívio
às lesões causadas pela ação do vírus
Praga: a primeira foto mostra células destruídas pelo agente. Acima, o vírus
Novos medicamentos e uma vacina eficiente prometem fortes golpes na briga contra o vírus do herpes, um dos mais disseminados em todo o mundo e responsável pelo surgimento de lesões nos lábios e nos genitais. Um dos remédios aguarda aprovação do Ministério da Saúde e tem previsão de lançamento no Brasil até o final do ano. A droga é feita com substâncias extraídas da planta Equinacea purpurea e também com um composto anti-séptico. Sua eficácia foi avaliada em uma pesquisa coordenada por Silvio Boraks, chefe do setor de estomatologia e cirurgia bucomaxilar do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, de São Paulo. Cerca de 300 portadores de lesões labiais causadas pelo vírus participaram do estudo. Eles receberam uma aplicação única do medicamento sobre a ferida e depois foram acompanhados durante um ano e meio para verificar se as lesões voltariam. “Na maioria dos casos, as lesões não reapareceram no local tratado”, garante Boraks. Ele acredita que a droga tornou inativo o vírus no ponto em que foi aplicada, mas está realizando investigações para confirmar essa impressão. Além disso, as feridas também desapareceram mais rapidamente.
Outra novidade é a pomada feita com a substância requisimod, lançada há um mês nos Estados Unidos. “Ela melhora a imunidade, impedindo que o vírus se multiplique dentro da célula”, explica o dermatologista Omar Lupi, do Rio de Janeiro. Há mais um produto que tem dado bons resultados no combate ao vírus: ele é feito a partir do docosanol, substância que evita a entrada do agente na célula. Por enquanto, não há previsão de chegada dos dois remédios ao Brasil, mas eles podem ser importados.
Os números da doença
• 90 % dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do vírus do herpes
• Apenas um em cada dez infectados manifesta a doença
• No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial
E parece que a tão esperada vacina, pesquisada há três décadas, está perto de se tornar realidade. Os cientistas do Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, acreditam ter encontrado a fórmula certa, desenvolvida a partir de proteínas do vírus. O medicamento espera aprovação do Food and Drug Administration (agência americana que regulamenta alimentos e remédios) para ser comercializado. O dermatologista Omar Lupi – o único estrangeiro a fazer parte da equipe de cientistas – prevê o lançamento da vacina dentro de seis meses a um ano. “Ela foi avaliada em mais de mil pacientes. É segura e tem poucos efeitos colaterais”, diz. “Esta vacina vai melhorar a imunidade, abreviar as crises e aumentar o intervalo entre elas”, explica. Os cientistas estão investigando porque, nos testes, a vacina tem se mostrado mais eficaz nas mulheres do que nos homens.
São ótimas notícias contra um problema que incomoda muita gente. Cerca de 90% dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do herpes-vírus, embora só um em cada dez infectados manifeste a doença (nos outros, o vírus fica inativo). “No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial”, afirma Omar Lupi. Nas crises, em geral disparadas pela diminuição das defesas do organismo ou exposição ao sol, surgem bolhas pequenas e doloridas nos lábios ou nos genitais. O tratamento combina medicamentos para inibir a multiplicação do vírus dentro da célula e cuidados preventivos, como evitar sol e usar protetores solares.
Vacina e novos medicamentos prometem dar alívio
às lesões causadas pela ação do vírus
Praga: a primeira foto mostra células destruídas pelo agente. Acima, o vírus
Novos medicamentos e uma vacina eficiente prometem fortes golpes na briga contra o vírus do herpes, um dos mais disseminados em todo o mundo e responsável pelo surgimento de lesões nos lábios e nos genitais. Um dos remédios aguarda aprovação do Ministério da Saúde e tem previsão de lançamento no Brasil até o final do ano. A droga é feita com substâncias extraídas da planta Equinacea purpurea e também com um composto anti-séptico. Sua eficácia foi avaliada em uma pesquisa coordenada por Silvio Boraks, chefe do setor de estomatologia e cirurgia bucomaxilar do Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho, de São Paulo. Cerca de 300 portadores de lesões labiais causadas pelo vírus participaram do estudo. Eles receberam uma aplicação única do medicamento sobre a ferida e depois foram acompanhados durante um ano e meio para verificar se as lesões voltariam. “Na maioria dos casos, as lesões não reapareceram no local tratado”, garante Boraks. Ele acredita que a droga tornou inativo o vírus no ponto em que foi aplicada, mas está realizando investigações para confirmar essa impressão. Além disso, as feridas também desapareceram mais rapidamente.
Outra novidade é a pomada feita com a substância requisimod, lançada há um mês nos Estados Unidos. “Ela melhora a imunidade, impedindo que o vírus se multiplique dentro da célula”, explica o dermatologista Omar Lupi, do Rio de Janeiro. Há mais um produto que tem dado bons resultados no combate ao vírus: ele é feito a partir do docosanol, substância que evita a entrada do agente na célula. Por enquanto, não há previsão de chegada dos dois remédios ao Brasil, mas eles podem ser importados.
Os números da doença
• 90 % dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do vírus do herpes
• Apenas um em cada dez infectados manifesta a doença
• No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial
E parece que a tão esperada vacina, pesquisada há três décadas, está perto de se tornar realidade. Os cientistas do Centro de Desenvolvimento de Vacinas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, acreditam ter encontrado a fórmula certa, desenvolvida a partir de proteínas do vírus. O medicamento espera aprovação do Food and Drug Administration (agência americana que regulamenta alimentos e remédios) para ser comercializado. O dermatologista Omar Lupi – o único estrangeiro a fazer parte da equipe de cientistas – prevê o lançamento da vacina dentro de seis meses a um ano. “Ela foi avaliada em mais de mil pacientes. É segura e tem poucos efeitos colaterais”, diz. “Esta vacina vai melhorar a imunidade, abreviar as crises e aumentar o intervalo entre elas”, explica. Os cientistas estão investigando porque, nos testes, a vacina tem se mostrado mais eficaz nas mulheres do que nos homens.
São ótimas notícias contra um problema que incomoda muita gente. Cerca de 90% dos adultos já tiveram contato com um dos dois tipos do herpes-vírus, embora só um em cada dez infectados manifeste a doença (nos outros, o vírus fica inativo). “No Brasil, 65% dos adultos acima de 40 anos têm herpes labial”, afirma Omar Lupi. Nas crises, em geral disparadas pela diminuição das defesas do organismo ou exposição ao sol, surgem bolhas pequenas e doloridas nos lábios ou nos genitais. O tratamento combina medicamentos para inibir a multiplicação do vírus dentro da célula e cuidados preventivos, como evitar sol e usar protetores solares.
domingo, 4 de maio de 2008
Primeiros+Socorros
Oii pessoal, estava pesquisando novas reportagens, e vi estas informações de primeiros-socorros, achei muito interessante, resolvi dividi-lá com vocês que visitam com frequencia nosso blog, e outra, é sempre bom estar mais informado e preparado para qualquer situação.
http://www.primeirossocorros.com/
Visitem aí!
Beijos e Abraços
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terça-feira, 22 de abril de 2008
PARE E PENSE;
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública no atual momento. Qual sua opinião sobre o assunto;
As epidemias de dengue ocorrem em função do despreparo dos governantes em gerenciar a saúde pública.
As epidemias são uma resposta à população que insiste em não colaborar no combate à doença.
http://www.portalfarmacia.com.br/farmacia/principal/conteudo.asp?id=1238
Chips implantados prometem acabar com dor de cabeça
Por Jamie McGeever
NOVA YORK (Reuters) - Esquecer senhas de computadores é uma fonte de frustração diária para muitos usuários, mas a solução para essa dor de cabeça cotidiano pode estar literalmente na
palma da mão, na forma de implantes de chips na pele.
Com um aceno de sua mão, Amal Graafstra, empresário canadense de 29 anos, abre a porta da frente de casa. Com a outra ele acessa seu computador.
Pequenos chips de identificação por rádio frequência (tecnologia conhecida como RFID) inseridos nãos mãos de Graafstra tornam tudo isso possível.
"Eu simplesmente não quero deixar de ter acesso às coisas que eu preciso. No pior cenário, se eu estou nu no meio da rua, eu quero simplesmente poder entrar na minha casa", afirmou o empresário em entrevista em Nova York, onde está promovendo a tecnologia.
Os chips RFID, que custam cerca de 2 dólares, interagem com um aparelho instalado em computadores e outros dispositivos eletrônicos. Os microprocessadores são ativados quando ficam a 3 polegadas de distância de um aparelho receptor de sinais queo identifica. Este receptor pode ser encontrado nos EUA por até 50 dólares.
Graafstra afirma que pelo menos 20 de seus amigos fãs de tecnologia têm implantes RFID.
"Eu não sinto ele. Não machuca. E quase nem percebo que eles está implantado", afirma Jennifer Tomblin, estudante de marketing de 23 anos e namorada de Graafstra.
O chip RFID implantado na mão do empresário é menor que um grão de arroz e pode durar até 100 anos. O dispositivo foi implantado por um cirurgião.
Por Jamie McGeever
NOVA YORK (Reuters) - Esquecer senhas de computadores é uma fonte de frustração diária para muitos usuários, mas a solução para essa dor de cabeça cotidiano pode estar literalmente na
palma da mão, na forma de implantes de chips na pele.
Com um aceno de sua mão, Amal Graafstra, empresário canadense de 29 anos, abre a porta da frente de casa. Com a outra ele acessa seu computador.
Pequenos chips de identificação por rádio frequência (tecnologia conhecida como RFID) inseridos nãos mãos de Graafstra tornam tudo isso possível.
"Eu simplesmente não quero deixar de ter acesso às coisas que eu preciso. No pior cenário, se eu estou nu no meio da rua, eu quero simplesmente poder entrar na minha casa", afirmou o empresário em entrevista em Nova York, onde está promovendo a tecnologia.
Os chips RFID, que custam cerca de 2 dólares, interagem com um aparelho instalado em computadores e outros dispositivos eletrônicos. Os microprocessadores são ativados quando ficam a 3 polegadas de distância de um aparelho receptor de sinais queo identifica. Este receptor pode ser encontrado nos EUA por até 50 dólares.
Graafstra afirma que pelo menos 20 de seus amigos fãs de tecnologia têm implantes RFID.
"Eu não sinto ele. Não machuca. E quase nem percebo que eles está implantado", afirma Jennifer Tomblin, estudante de marketing de 23 anos e namorada de Graafstra.
O chip RFID implantado na mão do empresário é menor que um grão de arroz e pode durar até 100 anos. O dispositivo foi implantado por um cirurgião.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Pata-de-vaca para o diabetes!!!
Há muito tempo que os brasileiros usam o chá de pata-de-vaca para combater diabetes. Agora, um médico da Universidade de Brasília comprovou que o remédio funciona mesmo.
O nome científico dessa planta brasileira é Bauhinia variegata. O formato da folha deu o nome popular: pata-de-vaca. A planta ganhou a fama de insulina vegetal.
O médico Francisco de Assis Rocha Neves, pesquisador da Universidade de Brasília, testou a planta em laboratório. “Nós desidratamos esse chá e depois colocamos as substâncias isoladas desse chá – são varias substancias – numa cultura de células”, explica.
As substâncias da pata-de-vaca se ligaram a uma proteína no núcleo da célula. A combinação estimulou o gene que é regulado por essa proteína, e isso facilitou a ação da insulina.
O pesquisador explica que existe um remédio que desempenha o mesmo papel e está entre os mais caros. A ação da pata-de-vaca surpreendeu. “Quando nós comparamos o efeito dela com o do medicamento que existe no mercado, ele chega a ser duas ou três vezes maior”, afirma Neces,
O que a pesquisa mostrou, o engenheiro Antônio de Castrojá sabia na prática. Logo que descobriu ter diabetes, ele plantou três mudas de pata-de-vaca no quintal e durante três anos tomou o chá, até que o médico dele disse que não havia comprovação científica dos efeitos da planta. “Então eu parei, mas agora gerou essa nova expectativa na gente. Se tiver alguma coisa comprovada, eu vou voltar a tomar”, ele diz.
A pesquisa ainda não descobriu se pode existir ou não algum efeito que prejudique a saúde do paciente se o chá dor tomado por muitos anos. A recomendação, portanto, é ter cautela: a pata-de-vaca é natural, mas é um remédio.
A fitoterapeuta Márcia Mussurunga prescreve pata de vaca como um auxílio no tratamento para diabéticos, mas alerta: ninguém deve usar o chá ou extrato da planta sem orientação médica. “Diabetes é uma doença crônica, incurável – apenas controlável. Pata-de-vaca não cura diabetes”, alerta.
O nome científico dessa planta brasileira é Bauhinia variegata. O formato da folha deu o nome popular: pata-de-vaca. A planta ganhou a fama de insulina vegetal.
O médico Francisco de Assis Rocha Neves, pesquisador da Universidade de Brasília, testou a planta em laboratório. “Nós desidratamos esse chá e depois colocamos as substâncias isoladas desse chá – são varias substancias – numa cultura de células”, explica.
As substâncias da pata-de-vaca se ligaram a uma proteína no núcleo da célula. A combinação estimulou o gene que é regulado por essa proteína, e isso facilitou a ação da insulina.
O pesquisador explica que existe um remédio que desempenha o mesmo papel e está entre os mais caros. A ação da pata-de-vaca surpreendeu. “Quando nós comparamos o efeito dela com o do medicamento que existe no mercado, ele chega a ser duas ou três vezes maior”, afirma Neces,
O que a pesquisa mostrou, o engenheiro Antônio de Castrojá sabia na prática. Logo que descobriu ter diabetes, ele plantou três mudas de pata-de-vaca no quintal e durante três anos tomou o chá, até que o médico dele disse que não havia comprovação científica dos efeitos da planta. “Então eu parei, mas agora gerou essa nova expectativa na gente. Se tiver alguma coisa comprovada, eu vou voltar a tomar”, ele diz.
A pesquisa ainda não descobriu se pode existir ou não algum efeito que prejudique a saúde do paciente se o chá dor tomado por muitos anos. A recomendação, portanto, é ter cautela: a pata-de-vaca é natural, mas é um remédio.
A fitoterapeuta Márcia Mussurunga prescreve pata de vaca como um auxílio no tratamento para diabéticos, mas alerta: ninguém deve usar o chá ou extrato da planta sem orientação médica. “Diabetes é uma doença crônica, incurável – apenas controlável. Pata-de-vaca não cura diabetes”, alerta.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O que você gostaria de saber sobre medicamento genérico e não tem medo de perguntar?
O LQES Website tem recebido, reiteradas vezes, várias perguntas sobre medicamentos genéricos. Em função disso, nossa Editoria iniciou uma busca na Internet para responder às demandas. No site da Medley S.A. Indústria Farmacêutica foi encontrado um material contendo grande parte das respostas às consultas feitas ao LQES. Transcrevemos a seguir tal material.
São 18 perguntas e respostas que colocam você "por dentríssimo" do assunto.
01- O que é princípio ativo?
É a substância existente na formulação do medicamento, responsável pelo seu efeito terapêutico. Também denominada fármaco.
02- O que são medicamentos genéricos?
Medicamentos genéricos são aqueles que contêm o mesmo fármaco (princípio ativo), na mesma dose e forma farmacêutica e são administrados pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país, apresentando a mesma segurança, podendo, portanto, ser intercambiável. O Ministério da Saúde, através da ANVISA, avalia os testes de bioequivalência entre o medicamento genérico e seu medicamento de referência, apresentado pelos fabricantes, para comprovação de sua qualidade.
03- O que são medicamentos similares?
Os similares são medicamentos que possuem o mesmo fármaco, a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência (ou marca), mas não têm bioequivalência comprovada com esse de referência.
04- O que são medicamentos de referência?
São, normalmente, medicamentos inovadores, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente, por ocasião do registro junto ao Ministério da Saúde, através da ANVISA. São os medicamentos que, geralmente, se encontram há bastante tempo no mercado e têm uma marca comercial conhecida.
05- Como identificar os 3 tipos de medicamentos existentes no mercado brasileiro: os genéricos, os similares e os de marca?
A diferença visual está nas embalagens. Apenas os medicamentos genéricos contêm, em sua embalagem, logo abaixo do nome do princípio ativo que os identifica, a frase "Medicamento genérico - Lei 9.787/99". Além disso, os genéricos são identificados por uma grande letra "G" azul impressa sobre uma tarja amarela, situada na parte inferior das embalagens. É o que estabelece a Resolução RDC nº 47, de 28 de março de 2001.
06- O medicamento genérico tem o mesmo efeito do medicamento de referência?
Sim. O medicamento genérico tem a mesma eficácia terapêutica do medicamento de referência. O medicamento genérico é o único que pode ser intercambiável com o medicamento de referência, visto que foi submetido ao teste de bioequivalência.
07- Quem faz os testes que possibilitam que um produto seja considerado genérico pela ANVISA?
Os testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência são realizados em centros especialmente habilitados junto a ANVISA.
08- O que é teste de equivalência farmacêutica?
Segundo a legislação brasileira, todo medicamento genérico deve ser equivalente ao seu respectivo medicamento de referência, ou seja, deve conter o mesmo fármaco, na mesma dosagem e forma farmacêutica. O teste de equivalência farmacêutica é realizado "in vitro" (não envolve seres humanos), por laboratórios de controle de qualidade especialmente habilitados pela ANVISA.
09- O que é teste de biodisponibilidade?
A biodisponibilidade relaciona-se à quantidade absorvida e à velocidade do processo de absorção do fármaco liberado na forma farmacêutica administrada. Quando dois medicamentos apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo, sua eficácia clínica é considerada comparável.
10- O que é teste de bioequivalência?
O teste de bioequivalência consiste na demonstração de que o medicamento genérico e seu respectivo medicamento de referência apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo. A bioequivalência, na grande maioria dos casos, assegura que o medicamento genérico é equivalente terapêutico do medicamento de referência, ou seja, que apresenta a mesma eficácia clínica e a mesma segurança em relação ao mesmo.
11- Como devem atuar os médicos, no momento da prescrição, ou seja, quando quiserem fazer uma receita de medicamento genérico?
A prescrição com a denominação genérica do medicamento é obrigatória somente nos serviços públicos (SUS). Nos demais casos, ficará a critério do profissional responsável, podendo ser realizada sob o nome genérico e/ou comercial.
12- O médico pode proibir a troca do remédio de marca pelo medicamento genérico?
O profissional poderá restringir a substituição do medicamento de referência pelo genérico, apesar de outros serem intercambiáveis, todavia, esta orientação deverá ser escrita de próprio punho, de forma clara e legível na receita.
13- Se na farmácia não tiver um determinado medicamento genérico, como o usuário deve proceder?
O usuário deve solicitar ao farmacêutico orientações quanto à substituição do medicamento, conforme a prescrição, ou procurar outro estabelecimento que possua o medicamento genérico prescrito.
14- Qual a vantagem de se comprar o medicamento genérico?
Pela comprovação da boa qualidade do medicamento genérico, atestada pela ANVISA, e pelo menor custo, em relação ao medicamento de referência.
15- Porque os medicamentos genéricos conseguem custar menos que os de referência?
Os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam fazer investimentos em pesquisas para o seu desenvolvimento, visto que as formulações já estão definidas pelos medicamentos de referência e que servirão de parâmetro para a fabricação. Isto, sem dúvida, permite um custo final menor ao consumidor.
16- É preciso receita médica para comprar um medicamento genérico?
Sim. Qualquer medicamento, exceto os de venda livre, seja de marca, similar ou genérico, deve ser vendido mediante prescrição médica. A automedicação é uma prática perigosa e proibida.
17- Em que outros lugares do mundo os genéricos já foram implantados? Como se comportam?
Os Estados Unidos, o Japão e muitos países da Europa já adotam os medicamentos genéricos há mais de 20 anos. O mercado mundial de medicamentos genéricos cresce, aproximadamente, 11% ao ano. Nos Estados Unidos, a participação dos genéricos alcança cerca de 42% das prescrições. Os EUA, o Japão e a Alemanha representam cerca de 60% do mercado mundial de genéricos, cuja expansão é inevitável.
18- As indústrias estrangeiras instaladas no Brasil fabricam mais similares ou genéricos? E as nacionais?
As indústrias farmacêuticas estrangeiras, instaladas no Brasil, fabricam mais medicamento de referência ou de marca, porque fazem pesquisas em grandes centros de alta tecnologia no seu país de origem, com grande capital para investir. No entanto, algumas indústrias produzem similares de marca e começam a produzir genéricos. Atualmente, os medicamentos genéricos já fazem parte da produção de indústrias 100% nacionais, como a Medley, primando pela alta qualidade de produção comparável à das grandes multinacionais no país.
São 18 perguntas e respostas que colocam você "por dentríssimo" do assunto.
01- O que é princípio ativo?
É a substância existente na formulação do medicamento, responsável pelo seu efeito terapêutico. Também denominada fármaco.
02- O que são medicamentos genéricos?
Medicamentos genéricos são aqueles que contêm o mesmo fármaco (princípio ativo), na mesma dose e forma farmacêutica e são administrados pela mesma via e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência no país, apresentando a mesma segurança, podendo, portanto, ser intercambiável. O Ministério da Saúde, através da ANVISA, avalia os testes de bioequivalência entre o medicamento genérico e seu medicamento de referência, apresentado pelos fabricantes, para comprovação de sua qualidade.
03- O que são medicamentos similares?
Os similares são medicamentos que possuem o mesmo fármaco, a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência (ou marca), mas não têm bioequivalência comprovada com esse de referência.
04- O que são medicamentos de referência?
São, normalmente, medicamentos inovadores, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente, por ocasião do registro junto ao Ministério da Saúde, através da ANVISA. São os medicamentos que, geralmente, se encontram há bastante tempo no mercado e têm uma marca comercial conhecida.
05- Como identificar os 3 tipos de medicamentos existentes no mercado brasileiro: os genéricos, os similares e os de marca?
A diferença visual está nas embalagens. Apenas os medicamentos genéricos contêm, em sua embalagem, logo abaixo do nome do princípio ativo que os identifica, a frase "Medicamento genérico - Lei 9.787/99". Além disso, os genéricos são identificados por uma grande letra "G" azul impressa sobre uma tarja amarela, situada na parte inferior das embalagens. É o que estabelece a Resolução RDC nº 47, de 28 de março de 2001.
06- O medicamento genérico tem o mesmo efeito do medicamento de referência?
Sim. O medicamento genérico tem a mesma eficácia terapêutica do medicamento de referência. O medicamento genérico é o único que pode ser intercambiável com o medicamento de referência, visto que foi submetido ao teste de bioequivalência.
07- Quem faz os testes que possibilitam que um produto seja considerado genérico pela ANVISA?
Os testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência são realizados em centros especialmente habilitados junto a ANVISA.
08- O que é teste de equivalência farmacêutica?
Segundo a legislação brasileira, todo medicamento genérico deve ser equivalente ao seu respectivo medicamento de referência, ou seja, deve conter o mesmo fármaco, na mesma dosagem e forma farmacêutica. O teste de equivalência farmacêutica é realizado "in vitro" (não envolve seres humanos), por laboratórios de controle de qualidade especialmente habilitados pela ANVISA.
09- O que é teste de biodisponibilidade?
A biodisponibilidade relaciona-se à quantidade absorvida e à velocidade do processo de absorção do fármaco liberado na forma farmacêutica administrada. Quando dois medicamentos apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo, sua eficácia clínica é considerada comparável.
10- O que é teste de bioequivalência?
O teste de bioequivalência consiste na demonstração de que o medicamento genérico e seu respectivo medicamento de referência apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo. A bioequivalência, na grande maioria dos casos, assegura que o medicamento genérico é equivalente terapêutico do medicamento de referência, ou seja, que apresenta a mesma eficácia clínica e a mesma segurança em relação ao mesmo.
11- Como devem atuar os médicos, no momento da prescrição, ou seja, quando quiserem fazer uma receita de medicamento genérico?
A prescrição com a denominação genérica do medicamento é obrigatória somente nos serviços públicos (SUS). Nos demais casos, ficará a critério do profissional responsável, podendo ser realizada sob o nome genérico e/ou comercial.
12- O médico pode proibir a troca do remédio de marca pelo medicamento genérico?
O profissional poderá restringir a substituição do medicamento de referência pelo genérico, apesar de outros serem intercambiáveis, todavia, esta orientação deverá ser escrita de próprio punho, de forma clara e legível na receita.
13- Se na farmácia não tiver um determinado medicamento genérico, como o usuário deve proceder?
O usuário deve solicitar ao farmacêutico orientações quanto à substituição do medicamento, conforme a prescrição, ou procurar outro estabelecimento que possua o medicamento genérico prescrito.
14- Qual a vantagem de se comprar o medicamento genérico?
Pela comprovação da boa qualidade do medicamento genérico, atestada pela ANVISA, e pelo menor custo, em relação ao medicamento de referência.
15- Porque os medicamentos genéricos conseguem custar menos que os de referência?
Os fabricantes de medicamentos genéricos não necessitam fazer investimentos em pesquisas para o seu desenvolvimento, visto que as formulações já estão definidas pelos medicamentos de referência e que servirão de parâmetro para a fabricação. Isto, sem dúvida, permite um custo final menor ao consumidor.
16- É preciso receita médica para comprar um medicamento genérico?
Sim. Qualquer medicamento, exceto os de venda livre, seja de marca, similar ou genérico, deve ser vendido mediante prescrição médica. A automedicação é uma prática perigosa e proibida.
17- Em que outros lugares do mundo os genéricos já foram implantados? Como se comportam?
Os Estados Unidos, o Japão e muitos países da Europa já adotam os medicamentos genéricos há mais de 20 anos. O mercado mundial de medicamentos genéricos cresce, aproximadamente, 11% ao ano. Nos Estados Unidos, a participação dos genéricos alcança cerca de 42% das prescrições. Os EUA, o Japão e a Alemanha representam cerca de 60% do mercado mundial de genéricos, cuja expansão é inevitável.
18- As indústrias estrangeiras instaladas no Brasil fabricam mais similares ou genéricos? E as nacionais?
As indústrias farmacêuticas estrangeiras, instaladas no Brasil, fabricam mais medicamento de referência ou de marca, porque fazem pesquisas em grandes centros de alta tecnologia no seu país de origem, com grande capital para investir. No entanto, algumas indústrias produzem similares de marca e começam a produzir genéricos. Atualmente, os medicamentos genéricos já fazem parte da produção de indústrias 100% nacionais, como a Medley, primando pela alta qualidade de produção comparável à das grandes multinacionais no país.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Pessoal,confiram este site sobre Enfermagem é muito bom..e tem um link sobre Farmacologia otimo....Espero que gostem..valeww!!! By Mônica.
http://wwwhttp/www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/conteudo.asp?id=68
http://wwwhttp/www.enfermagemvirtual.com.br/enfermagem/principal/conteudo.asp?id=68
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